E se… tudo o que você acredita não for a verdade?

E se esse chamado que você sente não for confusão, mas lembrança? E se, agora, você decidisse acreditar — nem que fosse só um pouquinho — em tudo isso que leu? Como seria a sua vida?

Juliana Pozzi - Através de Mim

2/4/20262 min read

Em algum momento do caminho quase todos nós chegamos a um mesmo lugar. Um lugar silencioso, interno onde surgem as dúvidas. Não aquelas dúvidas práticas do dia a dia, mas as perguntas que ecoam fundo e parecem não ter resposta. E é ali que a mente começa a repetir:
E se não der certo?
E se eu estiver errada?
E se eu fizer isso e perder tudo?
E se isso for só ilusão?

Os “e se” vão se acumulando… e, sem perceber, passamos a viver mais dentro do medo do que dentro da vida. Mas e se a pergunta pudesse ser outra?

E se tudo o que falaram sobre você existir apenas dentro de você?
E se as limitações que você carrega não forem quem você é, mas histórias que aprendeu a repetir?

E se o tempo, do jeito que você conhece, não for exatamente real — e você estiver apenas atravessando uma experiência muito mais ampla do que imagina?

E se você for muito mais do que essa versão reduzida que aprendeu a sustentar?

E se somente o agora fosse importante para você?

E se esse conceito de existir o outro ou algo separado de você, não for exatamente assim?

E se, por um instante, você decidisse ouvir menos as vozes da mente — aquelas que julgam, cobram, comparam — e escutasse um pouco mais o seu coração?

E se você começasse a se olhar com mais amor? Não para se consertar. Mas para se reconhecer.

E se você você parasse de contar historinhas e começasse a assumir a responsabilidade por tudo que acontece na sua vida?

E se você se autorizasse a viver a partir do coração e não da defesa?

E se eu te dissesse que o julgamento que você vê e recebe do mundo é o reflexo do julgamento que você faz consigo mesma?

E se você pudesse descansar dessa vigilância constante, desse esforço de ser algo para alguém,
desse medo de errar?

E se você pudesse ser abundante simplesmente vivendo a sua verdade?

Talvez o caminho não seja provar nada. Talvez seja lembrar.

Lembrar quem você é antes das expectativas.
Antes das máscaras.
Antes do medo.

Não há respostas prontas aqui.
Só um convite.

Talvez você não precise de mais certezas.
Talvez só precise de coragem para escutar o que sempre esteve aí.

E se esse chamado que você sente não for confusão, mas lembrança?

E se, agora, você decidisse acreditar — nem que fosse só um pouquinho — em tudo isso que leu?

Como seria a sua vida?